A obra analisa o contexto político e social do Brasil entreguerras, com a ascensão da Ação Integralista Brasileira (AIB) – o maior e mais bem sucedido movimento fascista fora da Europa – onde a “modernização”, a “questão social” e a “questão nacional” eram temas centrais no debate público, e fundamentaram a formação da ideologia fascista no país. Expõe-se a disputa entre projetos modernizadores e o posicionamento da AIB como uma “terceira via” antiliberal e anticomunista, inserindo-a no cenário dos fascismos transnacionais. Um olhar atento é dedicado aos métodos e instrumentos de ação da AIB, incluindo a criação das Milícias Integralistas e o uso de símbolos, rituais e propaganda para a consolidação de uma política de massas.




